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| Por: Gabriela Santos |
Que uma decisão tem dois lados, é fato, em campo ainda mais, pois há dois times em busca da vitória, contudo o juiz a olho nu, por uma má interpretação pode beneficiar indevidamente uma equipe.
Desde a Copa do Mundo de 2018, com o foco em diminuir o erro dos árbitros, a Federação Internacional de Futebol, introduziu o VAR (Árbitro de Vídeo ou Vídeo Assistant Referee), isto é uma sala externa, com no minimo três juízes e diversas câmeras, analisando a área ofensiva de cada time, para "auxiliar" o juiz a interpretar jogadas que ali passam.
Na sétima rodada do Campeonato Brasileiro, houve duas situações que deu o que falar, sendo uma entre Internacional X Palmeiras a outra São Paulo X Atlético Mineiro.
A que "maleficiou" o Colorado foi aos 26' da segunda etapa, quando Gabriel Boschilia cobrou a falta para dentro da área e quase surpreendeu Weverton (Pal), fazendo o goleiro defender encima da linha, jogada que deu impressão ter passado da linha do gol, tanto é que a InternacionaLinda que apresenta um programa, de canal aberto e com alta audiência, duvidou muito sobre a atitude tomada pelo árbitro, no dia posterior (03), pois sendo a olho nu ou replay em câmera lenta, a impressão que ficou foi de Gol.
Outro jogo que deu o que falar também está composto no Brasileirão, ocorreu na quinta (03) da semana passada, foi disputado entre São Paulo X Atlético-MG, aos 30' do primeiro tempo quando Luciano (SP), recebeu o lançamento de Tchê Tchê e colocou no fundo da rede, porém o VAR invalidou. Ao rever a jogada, muitos especialistas de futebol discordaram com a atitude final, tanto é que teve profissionais que falaram que se árbitro de vídeo continuasse com esta deficiência no Brasil, a próxima atitude da CBF - Confederação Brasileira de Futebol, seria realizar reciclagem nos juízes.
Enfim, o "FUTEBOL CONTEMPORÂNEO" em sua mera opinião, acha que está faltando sinergia na interpretação dos árbitros, tanto para com o tempo, quanto para malícia ou falta de.

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